sábado, 14 de junho de 2014

FALANDO SOBRRE A POSISÇÃO DA IGREJA METODISTA A PARTIR DO 19º CONCÍLIO GERAL E COM VISTAS AO 20º CONCÍLIO GERAL.




FALANDO SOBR
FALANDO SOBRRE A POSISÇÃO DA IGREJA METODISTA A PARTIR DO 19º CONCÍLIO GERAL E COM VISTAS AO 20º CONCÍLIO GERAL.
Meus irmãos e minhas irmãs ou a quem interessar possa. Sempre estive abertamente contra algumas decisões que no meu entendimento foram equivocadas por parte do referido Concílio. Obedeço por que nossa Igreja é conciliar e eu sou pastor Metodista. Mas luto para se mude a lei. Creio que não houve uma assessoria preparada como também não houve má intenção e sim muito pelo contrário.  O que houve foi uma ligeira falta de atenção nas consequências que podem advir dessas decisões. Existem outras. Porém a mais perigosa é a lei da chamada aposentadoria compulsória de pastores e pastoras metodistas aos 70 anos de idade. Sempre estive absolutamente certo de que todos nós devemos parar um dia. Haverá um momento em que nossas forças não suportarão mais e teremos de parar. Porém eu sempre chamei a atenção para que essa parada fosse consciente e acordada entre bispos e pastores e ainda por iniciativa do próprpio pastor ou se o mesmo não estiver tomando essa consciência dessa iniciativa fosse chamado pelo seu Bispo para ter com o mesmo uma conversa que o convencesse a parar. Compulsoriamente não. Isso fere o coração de quem um dia recebeu ainda em sua juventude o chamado e doou toda a sua vida ao Ministério pastoral da Igreja, levando sua família de um lado para o outro, fazendo filhos ou esposas perder empregos e, no caso dos filhos, terem de mudar de escola abrubtamente.  Porque fazer essa paessoa parar somente pelo pressuposto de que não pode mais por ter atingido os 70 anos de idade? Queridos e queridas isso me levou a consultar juristas, leis e mais leis, a nossa CLT, etc. etc., jurisprudências e mais jurisprudências, Livros especializados no assunto e perceber que nem a Igreja Metodista e nem outra, pode aposentar um pastor. Pode sim afastá-lo por outros motivos. Aposentar não. Ainda mais compulsoriamente. Se a Igreja insistir nessa lei vai ser passiva de muitas ações na justiça. Eu sei inclusive e não sito nomes até porque não fui autorizado a fazê-lo e por ética profissional, que há colegas que já ajustaram advogados e estão somente espearando sua vez para entrarem na justiça, pois estão seguros de que a Igreja não é legalmente empregadora do pastor e nem o pastor legalmente empregado da Igreja. A Igreja recebe os serviços pastorais em forma de serviços prestados por autônomos, pois a lei classifica o pastor como autônomo prestador de serviços à Igreja. Tal foto leva inclusive a Igreja a não poder recolher o INSS do pastor e colocar isso na DIRF para declaração de imposto de renda à Receita Federal. E porque a Igreja não pode colocar esse item na DIRF o que está levando os pastores a caírem na malha fina da Receita Federal? Pois eles recolheram o INSS e alguns assim como eu, sob o teto máximo. Mas a Igreja não pôde colocar isso  por não ser empregadora e iria causar um grande transtorno. Mas ao colocarem o valor pago na declaração para dedução a Reeita os pegou na malha fina porque esse valor não consta como saída no órgão pagador. Ou seja: Ao prencherem as DIRFs as tesourarias Regionais não puderam colocar o pagamento do INSS que é canonicamente obrigatório para os pastores e pastoras e dizem os Cânones que é de responsabilidade exclusiva do pastor e da pastora esse recolhimento. E é mesmo, pois o pastor é Autônomo perante a Lei e não é empregado. Veja eu estou dizendo sempre perante a Lei. Pois sei que nas ações judiciais, que não serão poucas, os magistrados levarão em conta a frieza das Leis. Por isso as consultei bastante para depois começar a falar com a Igreja sobre o cuidado que deveria ter com isso. Cuidado esse que tenho certeza que estão tendo os nossos legisladores que sem dúvia levarão isso para ser revisto e reconsiderado no próxiomo Geral ou até antes pela CGCJ e ela deve fazê-lo já até porque o quanto antes melhor para a Igreja. O ônus será menor. A Igeja está fugindo de algo menos perigoso que é o recolhimento do INSS por não ser empregadora dos pastores e continua correndo um risco muito maior.
Porém eu confio que nossos irmãos e nossas irmãs que cuidam de nossas Leis estão atentos a isso e cuidarão da revogação da referida Lei canônica para o bem de todos. Assim espero. E creio que Deus os iluminará nesse sentido dando-lhes humildade para voltar atrás naquilo que for necessário. Se vocês quiserem podem rever minhas falas sore isso publicas anteriormente. Se não as tem, e quiserem é só me solicitar que eu as envio.
Um abraço.
Rev. Jesué Francisco da Silva.
RE A POSISÇÃO DA IGREJA METODISTA A PARTIR DO 19º CONCÍLIO GERAL E COM VISTAS AO 20º CONCÍLIO GERAL.



Meus irmãos e minhas irmãs ou a quem interessar possa. Sempre estive abertamente contra algumas decisões que no meu entendimento foram equivocadas por parte do referido Concílio. Obedeço por que nossa Igreja é conciliar e eu sou pastor Metodista. Mas luto para se mude a lei. Creio que não houve uma assessoria preparada como também não houve má intenção e sim muito pelo contrário.  O que houve foi uma ligeira falta de atenção nas consequências que podem advir dessas decisões. Existem outras. Porém a mais perigosa é a lei da chamada aposentadoria compulsória de pastores e pastoras metodistas aos 70 anos de idade. Sempre estive absolutamente certo de que todos nós devemos parar um dia. Haverá um momento em que nossas forças não suportarão mais e teremos de parar. Porém eu sempre chamei a atenção para que essa parada fosse consciente e acordada entre bispos e pastores e ainda por iniciativa do próprpio pastor ou se o mesmo não estiver tomando essa consciência dessa iniciativa fosse chamado pelo seu Bispo para ter com o mesmo uma conversa que o convencesse a parar. Compulsoriamente não. Isso fere o coração de quem um dia recebeu ainda em sua juventude o chamado e doou toda a sua vida ao Ministério pastoral da Igreja, levando sua família de um lado para o outro, fazendo filhos ou esposas perder empregos e, no caso dos filhos, terem de mudar de escola abruptamente.  Porque fazer essa pessoa parar somente pelo pressuposto de que não pode mais por ter atingido os 70 anos de idade? Queridos e queridas isso me levou a consultar juristas, leis e mais leis, a nossa CLT, etc. etc., jurisprudências e mais jurisprudências, Livros especializados no assunto e perceber que nem a Igreja Metodista e nem outra, pode aposentar um pastor. Pode sim afastá-lo por outros motivos. Aposentar não. Ainda mais compulsoriamente. Se a Igreja insistir nessa lei vai ser passiva de muitas ações na justiça. Eu sei inclusive e não sito nomes até porque não fui autorizado a fazê-lo e por ética profissional, que há colegas que já ajustaram advogados e estão somente esperando sua vez para entrarem na justiça, pois estão seguros de que a Igreja não é legalmente empregadora do pastor e nem o pastor legalmente empregado da Igreja. A Igreja recebe os serviços pastorais em forma de serviços prestados por autônomos, pois a lei classifica o pastor como autônomo prestador de serviços à Igreja. Tal foto leva inclusive a Igreja a não poder recolher o INSS do pastor e colocar isso na DIRF para declaração de imposto de renda à Receita Federal. E porque a Igreja não pode colocar esse item na DIRF o que está levando os pastores a caírem na malha fina da Receita Federal? Pois eles recolheram o INSS e alguns assim como eu, sob o teto máximo. Mas a Igreja não pôde colocar isso  por não ser empregadora e iria causar um grande transtorno. Mas ao colocarem o valor pago na declaração para dedução a Receita os pegou na malha fina porque esse valor não consta como saída no órgão pagador. Ou seja: Ao prencherem as DIRFs as tesourarias Regionais não puderam colocar o pagamento do INSS que é canonicamente obrigatório para os pastores e pastoras e dizem os Cânones que é de responsabilidade exclusiva do pastor e da pastora esse recolhimento. E é mesmo, pois o pastor é Autônomo perante a Lei e não é empregado. Veja eu estou dizendo sempre perante a Lei. Pois sei que nas ações judiciais, que não serão poucas, os magistrados levarão em conta a frieza das Leis. Por isso as consultei bastante para depois começar a falar com a Igreja sobre o cuidado que deveria ter com isso. Cuidado esse que tenho certeza que estão tendo os nossos legisladores que sem dúvia levarão isso para ser revisto e reconsiderado no próxiomo Geral ou até antes pela CGCJ e ela deve fazê-lo já até porque o quanto antes melhor para a Igreja. O ônus será menor. A Igeja está fugindo de algo menos perigoso que é o recolhimento do INSS por não ser empregadora dos pastores e continua correndo um risco muito maior.

Porém eu confio que nossos irmãos e nossas irmãs que cuidam de nossas Leis estão atentos a isso e cuidarão da revogação da referida Lei canônica para o bem de todos. Assim espero. E creio que Deus os iluminará nesse sentido dando-lhes humildade para voltar atrás naquilo que for necessário. Se vocês quiserem podem rever minhas falas sore isso publicas anteriormente. Se não as tem, e quiserem é só me solicitar que eu as envio.

Um abraço.

Rev. Jesué Francisco da Silva.

MUDANÇAS PERIGOSAS DO 19º CONCÍLIO GERAL DO PONTO DE VISTA LEGAL.


MUDANÇAS PERIGOSAS DO 19º CONCÍLIO GERAL DO PONTO DE VISTA LEGAL.

Ainda que minha pequenina voz possa não encontrar eco eu continuarei falando. Alertei bastante como metodista de terceira geração e pastor há mais de trinta e cinco anos, sobre a questão da aposentadoria dos pastores. Não que eu não quisesse me aposentar nunca, mas a forma como essa aposentadoria estava sendo proposta ao 18º CG. Infelizmente a proposta voltou ao 19º CG sem mudanças. Sempre achei que essa questão deveria ser tratada entre o bispo e o suposto aposentando. Sempre percebi que cada caso é um caso. Tem gente que bem mais cedo não reúne condições de prosseguir no pastorado ou em outras atividades. Nem todos são iguais em termos de vigor físicos. Os jovens têm muito vigor físico. Porém é óbvio que  ainda,não tenham experiência. E no Ministério pastoral como em outras áreas da vida a experiência conta muito. Então porque não unir o vigor dos mais jovens com a experiência dos mais velhos? É claro que se isso não mudar iremos acatar, pois somos uma Igreja conciliar.

Jamais serei rebelde, mas lutarei para que mude a lei. Porém temos a esperança de que prevaleça o bom senso e que o próximo CG reveja essa matéria. Nesse caso o bispo da Região sentaria com seu obreiro que não estaria tendo mais condições de continuar no ministério ativo e com uma conversa pastoral chegariam a um consenso. Com isso o obreiro se aposentaria sem traumas e sem a sensação de quem está descartado, o que é tremendamente danoso para o ser humano. Eu diria que alguns casos pode ser até desumano. A própria palavra compulsória é muito forte, pois significa forçosamente ou forçadamente. Minha pergunta É: E a Vocação? E o chamado? Como ficam? Tomem cuidado gente! Cuidado com essa pressa de descartar os velhos que cá entre nós, é para dar lugar à moçada que chega e não temos Igrejas para eles. Descartam agora os velhos que em determinado tempo eram pastores até de quatro ou cinco Igrejas ao mesmo tempo por falta de obreiros. Mas o problema não é a sobra de obreiros e sim, a falta de Igrejas. A Igreja não cresceu para absorver os novos pastores e agora tem de abrir mão dos velhos. Por outro lado vejo a nossa Igreja cada vez mais se parecendo com uma empresa e o mundo secular. Abaixo transcrevo as mudanças procedidas pelo 19º Geral nesse campo e em seguida chamo a atenção para a questão trabalhista. A Igreja corre o risco de entrar numa enrascada não imaginada. Basta conhecer um pouco da CLT para perceber isso.

Das 116 propostas apresentadas e discutidas no 19º Concílio Geral, pelo menos 18 tratavam, especificamente, do desempenho do ministério pastoral na Igreja Metodista. Algumas mudanças foram aprovadas pelos delegados/as. Uma das principais alterações diz respeito à aposentadoria.

O tema foi trabalhado com muito cuidado pelos delegados e delegadas, mas na minha visão escapou alguma coisa. A proposta que foi aprovada fixa a aposentadoria compulsória aos 70 anos de idade. Pela proposta, ao alcançar esta idade o/a clérigo/a está compulsoriamente aposentado. De acordo com a proposta aprovada, se o/a clérigo/a estiver no desempenho de um cargo com mandato, a aposentadoria acontecerá no final deste período.

Em relação à aposentadoria o Concílio manteve o atual artigo 212 dos Cânones, que concede ao Concílio Regional o direito de aprovar, por proposta do Bispo Presidente da Região, a aposentadoria do clérigo aos 65 anos.

Há que se pensar juridicamente a questão - pois parece-me que houve certa IMPRUDÊNCIA nessa questão Diz o Dr. Dino Fernandes. Eu estou totalmente de acordo com ele. Vejamos por exemplo o Manual do terceiro Setor nas páginas de 47 a 69.

1º - Se a Igreja concede aposentadoria - como fica a RELAÇÃO DE EMPREGO - já que pastor/a "é equiparado a autônomo para fins previdenciários" ?

De acordo com a Lei não há relação empregatícia entre a Igreja e o Ministro de Confissão Religiosa. Ele é Autônomo e serve à Igreja nessa condição. Assim sendo como poderá a Igreja aposentá-lo? Jamais. Entendo sim, que a Igreja não tem competência legal para aposentar um ministro sob pena de correr o risco se o fizer, colocar o ministro na categoria de empregado e nesse caso ela (Igreja) passaria a ser empregadora. Mas esse não é o caso dos pastores e outros que servem a Igreja em Regime de prestadores de serviços, como autônomos.

1.1.- Se é AUTÔNOMO e a isso tem que recolher a contribuição previdenciária ao INSS - quem tem que aposentá-lo é o INSS - que para isso tem regramentos próprios, inclusive em relação ao afastamento do trabalho, à incapacidade profissional e ao TEMPO DE SERVIÇO para gozo da aposentadoria... Somente o INSS. A Igreja jamais, já que o pastor não é funcionário contratado e sim autônomo. Portanto quem pode aposentar um ministro é somente o INSS. Inclusive quem o declara incapaz é o INSS e não a Igreja.

1.2.- Se a IM caminha no "aposentar" o/a pastor/a e a isso lança regramentos, LEGALMENTE torna-se "empregadora" para Justiça do Trabalho, pois cria vínculos perigosos com relação de subordinação, cumprimento de exigências próprias do empregador e... vai aí afora !!! Entendo que qualquer aposentadoria fora do INSS coloca a Igreja em perigo. Sinceramente eu acho que isso não foi bem pensado pelo 19º CG ao votar essa matéria. A Igreja torna-se passiva de ação judicial. 2º - UM CAMINHO PERIGOSÍSSIMO ESCOLHIDO sem a consulta adequada junto a quem tem o conhecimento técnico PODERÁ GERAR INFORTÚNIOS DESAGRADÁVEIS - pois a Justiça do Trabalho já vem reconhecendo, em certas situações análogas, a relação de emprego de alguns pastores, e se "a coisa pegar para o nosso lado".... Por isso meus irmãos vejamos o que nos diz o Dr. Dino Fernandes a seguir:

 

2.1.- Em minha modestíssima opinião (sujeita a inúmeras críticas), estamos caminhando à beira de um precipício perigosíssimo, pois A IGREJA METODISTA NÃO PODE APOSENTAR PASTOR/A...

 

2.2.- A IM não pode limitar a idade deste tipo de obreiro/a. Mas não pode meso. Ela não tem tal competência para tal.

 

2.3.- Não existe APOSENTADORIA PASTORAL (tecnicamente)

 

2.4.- A aposentadoria do/a obreiro/a pastor/a é concedida pelo INSS - A PEDIDO DESSE CONTRIBUINTE

 

Como nossos bispos e bispa estão recebendo cópia desta manifestação - espero que se aconselhem e valham-se do conhecimento de nossos ilustres irmãos e irmãs que tem conhecimento técnico sobre o tema, e revejam essa caminhada com URGÊNCIA - antes que seja tarde demais. Sim porque depois que iniciarem o processo de maneira errada ficará muito mais difícil (O grifo é meu). Eles devem parar sim. Mas por consciência própria ou depois de serem aconselhado pelos seus bispos. Falo por amor a uma Igreja que sirvo desde criança. Eu fui um dos que pastoreou até cinco Igrejas ao mesmo tempo por falta de obreiros e graças a Deus estou em forma e muito bem de saúde segundo a avaliação de meus médicos. Desafio a qualquer um a testar isso na Igreja onde sou pastor há onze anos e nas demais por onde passei nos últimos, inclusive servi como superintendente Distrital por vinte e três anos e estou em plenas condições de servir ainda a minha Igreja nesse setor também além da Igreja Local. Mas peço que me entendam. Não estou advogando in-causa própria. Falo pelos demais colegas e pela minha amada Igreja Igreja Metodista. Prossegue o Dr. Dino abaixo:

 

“Perdoem-me se fui ousado, inconveniente e/ou falei algo indevido e que cause certo "desconforto", mas fi-lo por entender necessário”.

Rev. Jesué Francisco da Silva (Presbítero da Igreja Metodista)

 

TEM DE SER PENSADO ANTES QUE SEJA TARDE DE MAIS.


TEM DE SER PENSADO ANTES QUE SEJA TARDE DE MAIS. Queridos irmãos e irmãs, estou aqui mais uma vez chamando a atenção de nossa amada Igreja para decisões que são tomadas em nossos concílios por pessoas laboriosas e bem intencionadas eu creio, porém nem sempre são decisões acertadas. Eu não sou o dono da verdade. Mas sou estudiosa da matéria e busco em quem tem conhecimento, informações seguras sobre o assunto. Eu me refiro à aposentadoria de pastores pela Igreja Metodista, onde estou. Mas é clara que a lei vale para todas as Igrejas, inclusive a Católica Romana.
Queridos e queridas, o lei é bastando clara e nela está exarada que um ministro de confissão religiosa não tem nenhum vínculo empregatício com a Igreja a que esteja servindo. Ora, se não tem vinculo empregatício e tanto é que ele não tem direito trabalhista. A CLT não lhe dá nenhuma garantia de um trabalhador comum. SE A Igreja não é considerada, no caso do pastor, empregadora jamais poderá ser quem o aposenta. Em hipótese alguma. E se ela insistir em fazê-lo se tornará empregadora por força da lei. Logo terá de arcar com todos os compromissos Le implicações legais. A coisa é clara: SE a Igreja não contribui depois com nada por não ser de sua responsabilidade é porque ela nunca foi a empregadora. Em não sendo empregadora não pode ser que aposenta. Fazendo isso incorre em sérios perigos jurídicos. Falo assim tendo como base a posição de juristas sérios na questão trabalhista. Também tenho me baseado no livro tão recomendado por nossa denominação, chamado: MANUAL DO TERCEIRO SETOR dos juristas, Aristeu de Oliveira e Valdo Romão, ambos especialistas no assunto.
Mais uma vez chamo a atenção de quem de direito para que tomem providência e não levem avante algo assim tão sério. Transcrevo aqui alguns comentários de pessoas especializadas nessa questão. Particularmente eu tenho a minha posição; Cada bispo deverá conhecer o seu quadro pastoral. Portanto ao perceber que um obreiro não corresponde mais a demanda da obra, chame-o, converse com o mesmo. Proponha que pare. Encerre suas funções ativas. Aposentadoria, jamais. A Igreja não tem competência legal para isso. Ainda mias compulsória. No caso dos pastores somente o INSS pode fazer isso. Basta ver como os pastores são classificados perante as leis para se ter convicção de que a Igreja não tem essa competência. Vejam a seguir matérias que transcrevo e alguns textos que já tenho publicado e enviado para o nosso SITE. Mas estou começando a sentir que temos uma espécie de censura interna na Igreja ou é medo de falar algo que possa ter retorno. Sou uma pessoa de origem humilde. Mas medo de falar a verdade não faz parte de minha formação e personalidade. Sou alguém chamado antes da concepção para o pastorado. Sofri muito em obediência a essa chamado. Lavei banheiro, ajudei a construir com minhas próprias mãos os prédios mais novos do Campus/centro da UNIMEP para conseguir estudar para o pastorado. Hoje graças a Deus falo inglês e espanhol e não pretendo olhar para a minha credencial como um inativo mesmo tendo saúde. Mas não falo somente por mim. Falo por sentir que minha Igreja está entrando em um caminho errado e perigoso. Nem sei se vou chegar a idade de me aposentar. Mas gritarei em nome de Jesus quer publiquem ou não as minhas matérias. Vamos aos textos acima mencionados.
Obstáculos no caminho
Decisões equivocadas ou impensadas do último Concílio Geral da Igreja Metodista

Participantes do 18º Concílio Geral da Igreja Metodista, reunidos no Sesc Aracruz, em julho de 2006. A segunda fase do conclave foi em outubro, na Universidade Metodista de São Paulo.
Ao examinar os nossos cânones em seu artigo 116, inciso II, percebi que um Bispo, para nomear um Superintendente Distrital, terá de ter em mãos uma lista com três nomes de Presbíteros eleitos nos Concílios distritais. Já escrevi anteriormente e gostaria de chamar sua atenção sobre o afastamento de pastores compulsoriamente aos sessenta e cinco anos de idade. Achei isso um absurdo e disse por quê. Mais tarde, escrevi sobre "Pastores de mais ou Igreja de menos". Tem havido muitas dificuldades para se nomear nossos pastores. Os formandos da Faculdade de Teologia não têm mais garantia de nomeação ao terminarem seu curso. As campanhas vocacionais terão de ser paradas, pois se Deus continuar chamando não teremos lugar para colocar os chamados para o ministério pastoral.
Analisei o problema e cheguei à triste conclusão de que a questão não é ter pastores de mais e sim, igrejas de menos. Nós nos esquecemos de crescer. Sou pastor metodista há trinta e seis anos, contando com o tempo de acadêmico, e nunca vi uma situação dessas na caminhada de nossa Igreja.
Sempre procuro acompanhar as decisões de nossos Concílios Gerais e me orientar por elas. Até porque, sendo um pastor não poderia ser de outra forma. Mas confesso que ultimamente tem sido difícil. Com todo o respeito aos delegados e delegadas ao Geral, eu diria, em sã consciência, que algumas decisões foram tomadas a toque de caixa. Não houve discussão aprofundada e nem se pensou em suas conseqüências na vida da Igreja pós Geral. O mesmo Concilio diz que para ser Superintendente Distrital tem de ser presbítero. Tudo bem. Mas existem muitos distritos que não têm três presbíteros. Alguém pensou nisso na hora de votar essa lei? Mas alguém diria: Nossa Igreja é conexional. Um concílio distrital poderá indicar ao bispo uma lista tríplice com nomes de presbíteros de outros distritos. A coisa na é tão simples assim. Veja por exemplo uma Região do tamanho da Quinta Região Eclesiástica da Igreja Metodista. Como um distrito aqui no interior do Estado de São Paulo iria indicar o nome do um presbítero do distrito de Brasília? Se pensaram na conexidade da Igreja nesse sentido, pensaram não lado prático e logístico na hora de votar?
Um outro agravante nesse caso é o fato do presbítero ser itinerante.Como ficam as mudanças se um pastor foi indicado para compor a lista tríplice em seu distrito e é transferido para outro distrito? Pensaram nesse lado logístico também, na hora de votar? Creio que não. Infelizmente, não. Isso passa a idéia de que havia a intenção de politizarem ainda mais a vida de nossa Igreja. Essa lei já está causando muito dor de cabeça por todos os lados e para muitos bispos. Agora não adianta ameaças de entrar na justiça, gritaria daqui e dali, falatórios inócuos. Essas coisas deveriam ser pensadas e discutidas antes de serem votadas no Geral. Mas se passou por cima sem perceber os riscos.
Tenho certeza em meu coração de que o que mais mobiliza os nossos Concílios Gerais são as eleições de bispos. Essa, ainda que queiramos negar, tem sido a motivação maior de nossos Concílios Gerais, em detrimento da Missão da Igreja, que tem sido atropelada por tantos jogos políticos. Agora, tiraram dos bispos o direito de escolher seus SDs, pois somente poderão nomear aqueles que foram indicados pelos Concílios Distritais. Em muitos casos, o bispo fica de mãos atadas. Por favor, agora não joguem lama em nossos queridos bispos, não os culpem. É a lei que o Geral aprovou sem pensar nas conseqüências. Todo porque os pensamentos estavam voltados para a eleição de bispos. Tantos dias, tanto dinheiro para se fazer tão pouco!
Tenho de reconhecer que nesse último geral, muitas coisas boas foram aprovadas. Coisas que se arrastavam há anos. Foram corajosos? Ah, isso foram. Mas o vírus da politicagem atrapalhou muitas coisas e fez com que leis absurdas passassem despercebidas pelos conciliares.
Minha proposta para melhorar a caminhada da Igreja, antes que seja tarde demais, é que os bispos voltem a ser eleitos em suas Regiões Eclesiásticas. Isso acabaria com a politicagem no Geral e nossas leis canônicas seriam aprovadas com maior profundidade e seriam muito mais claras. Para terminar, eu insisto: Não culpem os nossos bispos por terem de fazer com que seus distritos realizassem outros concílios distritais para refazer a lista tríplice, depois que as nomeações foram finalizadas. Eles procuram fazer o melhor diante de uma dificuldade que a lei lhes impôs. Estão de parabéns por terem encontrado essa saída, que, diante do exposto, para mim foi a mais conscienciosa e justa.
Que Deus tenha misericórdia de nossa amada Igreja Metodista.
Rev. Jesué Francisco da Silva (Presbítero da Igreja e pastor há 34 anos mais 2 anos como seminarista, portanto, 40 anos).

DECISÕES PERIGOSAS DO 19º CONCÍLIO GERLAL.
A Bíblia nos informa em Gen 12:1-4, a idade que tinha Abrão quando recebeu o chamado de Deus e partiu para a missão. Ele tinha não somente setenta, mas setenta e cinco anos quando partiu em obediência ao chamado de Deus. Ao observar o comportamento de nossa Igreja me ponho a pensar que se ela estivesse no comando das ações de Deus naquele tempo, não haveria os filhos de Abraão (filhos da fé) hoje em dia. Abrão teria de se aposentar aos setenta anos. Não estaria na ativa e não poderia ser o grande missionário e pai de fé.
Continuo chamando a atenção da Igreja e em especial de nossos Bispos e Bispa sobre essa decisão, para mim, totalmente errada do 19º CG sobre a aposentadoria compulsória de pastores e pastoras aos setenta anos de idade. Onde fica o chamado de Deus? Creio que todos nós precisamos parar um dia se o senhor não nos chamar antes. Mas essa parada não pode ser compulsória como já está fazendo a nossa Igreja. Cada pessoa tem um porte físico e mental diferente. Assim, acredito que o Bispo deve chamar o seu pastor a fazer com ele, uma avaliação e somente depois disso levar o caso ao Concílio Regional para a aposentadoria. Seria algo conversado, analisado e sem traumas. Tenho plena certeza de que existem pastores e pastoras que chegaram e ainda que chegarão aos setenta anos em plenas condições de continuarem seu pastoreio e que não pretendem parar. Outra coisa: ainda não estou convencido de que essa medida tem como objetivo maior dar lugar aos mais jovens que chegam. A Igreja não cresceu o suficiente para absorver o trabalho da moçada. Mesmo com discursos bem elaborados, elogios aos aposentados, etc. A nossa Igreja que prega a justiça, igualando a todos como se todos aos setenta anos fossem incapazes, daí a expressão compulsória, Esta cometendo uma grande injustiça. Para quem pensa e pensa bem, são apenas prêmios de consolação. Queridos, Deus vocacionou (chamou) e só Ele sabe a hora de parar. Pastorado não é profissão secular. É vocação de Deus. Ainda temos o problema legal sério que é sobre a CLT. A Igreja não tem competência legal para aposentar pastores e pastoras. Fazendo isso está correndo um sério risco de se transformar em empregadora e aí o ônus será altíssimo. Vejam o que diz a lei a seguir a interpretação de um advogado e pastor metodista com algumas adaptações minhas após me debruçar sobre a lei
Há que se pensar juridicamente a questão - pois parece-me que houve certa IMPRUDÊNCIA nessa questão.

1º - Se a Igreja concede aposentadoria - como fica a RELAÇÃO DE EMPREGO - já que pastor/a "é equiparado a autônomo para fins previdenciários" ?

1.1.- Se é AUTÔNOMO e à isso tem que recolher a contribuição previdenciária ao INSS - quem tem que aposentá-lo é o INSS - que para isso tem regramentos próprios, inclusive em relação ao afastamento do trabalho, à incapacidade profissional e ao TEMPO DE SERVIÇO para gozo da aposentadoria...

1.2.- Se a IM caminha no "aposentar" o/a pastor/a e à isso lança regramentos, LEGALMENTE torna-se "empregadora" para Justiça do Trabalho, pois cria vínculos perigosos com relação de subordinação, cumprimento de exigências próprias do empregador e... vai aí afora !!!

2º - UM CAMINHO PERIGOSÍSSIMO ESCOLHIDO - sem a consulta adequada junto a quem tem o conhecimento técnico PODERÁ GERAR INFORTÚNIOS DESAGRADÁVEIS - pois a Justiça do Trabalho já vem reconhecendo, em certas situações análogas, a relação de emprego de alguns pastores, e se "a coisa pegar pro nosso lado"....

Há que se pensar juridicamente a questão - pois parece-me que houve certa IMPRUDÊNCIA nessa questão Diz o Dr. Dino Fernandes. Eu estou totalmente de acordo com ele. Vejamos por exemplo o Manual do terceiro Setor nas páginas de 47 a 69 do ano de 2007. Creio a primeira edição:
1º - Se a Igreja concede aposentadoria - como fica a RELAÇÃO DE EMPREGO - já que pastor/a "é equiparado a autônomo para fins previdenciários" ?
De acordo com a Lei não há relação empregatícia entre a Igreja e o Ministro de Confissão Religiosa. Ele é Autônomo e serve à Igreja nessa condição. Assim sendo como poderá a Igreja aposentá-lo? Jamais. Entendo sim, que a Igreja não tem competência legal para aposentar um ministro sob pena de correr o risco se o fizer colocar o ministro na categoria de empregado e nesse caso ela (Igreja) passaria a ser a empregadora. Mas esse não é o caso dos pastores e outros que servem a Igreja em Regime de prestadores de serviços, como autônomos.
1.1.- Se é AUTÔNOMO e a isso tem que recolher a contribuição previdenciária ao INSS - quem tem que aposentá-lo é o INSS - que para isso tem regramentos próprios, inclusive em relação ao afastamento do trabalho, à incapacidade profissional e ao TEMPO DE SERVIÇO para gozo da aposentadoria... Somente o INSS. A Igreja jamais, já que o pastor não é funcionário contratado e sim autônomo. Portanto quem pode aposentar um ministro é somente o INSS. Inclusive quem o declara incapaz é o INSS e não a Igreja.
1.2.- Se a IM caminha no "aposentar" o/a pastor/a e a isso lança regramentos, LEGALMENTE torna-se "empregadora" para Justiça do Trabalho, pois cria vínculos perigosos com relação de subordinação, cumprimento de exigências próprias do empregador e... vai aí afora !!! Entendo que qualquer aposentadoria fora do INSS coloca a Igreja em perigo. Sinceramente eu acho que isso não foi bem pensado pelo 19º CG ao votar essa matéria. A Igreja torna-se passiva de ação judicial e nesse caso poderá pagar um honorário muito maior do possa suportar, aos cofres públicos e mesmo a muitos pastores e pastoras.

2º - UM CAMINHO PERIGOSÍSSIMO ESCOLHIDO sem a consulta adequada junto a quem tem o conhecimento técnico PODERÁ GERAR INFORTÚNIOS DESAGRADÁVEIS - pois a Justiça do Trabalho já vem reconhecendo, em certas situações análogas, a relação de emprego de alguns pastores, e se "a coisa pegar para o nosso lado".... (Dr. Dino Fernandes com adaptações minhas) Por isso meus irmãos continuemos vendo o que nos diz o Dr. Dino Fernandes a seguir:

2.1.- Em minha modestíssima opinião (sujeita a inúmeras críticas), estamos caminhando à beira de um precipício perigosíssimo, pois A IGREJA METODISTA NÃO PODE APOSENTAR PASTOR/A...

2.2.- A IM não pode limitar a idade deste tipo de obreiro/a. Mas não pode mesmo. Ela não tem tal competência legal para tal.

2.3.- Não existe APOSENTADORIA PASTORAL (tecnicamente)

2.4.- A aposentadoria do/a obreiro/a pastor/a é concedida pelo INSS - A PEDIDO DESSE CONTRIBUINTE

Como nossos bispos e bispa estão recebendo cópia desta manifestação - espero que se aconselhem e valham-se do conhecimento de nossos ilustres irmãos e irmãs que tem conhecimento técnico sobre o tema, e revejam essa caminhada com URGÊNCIA - antes que seja tarde demais. Sim porque depois que iniciarem o processo de maneira errada ficará muito mais difícil (O grifo é meu). Amados, não sejamos vítimas por ignorarmos a lei e pela ancia de aposentar os nossos pastores Eles devem parar sim. Mas por consciência própria ou depois de serem aconselhado pelos seus bispos. Eu pessoalmente nem sei se chegarei a esse limite de idade para me aposentar. Mas falo por amor a uma Igreja que sirvo desde criança. Tem um detalhe: Se alguém entrar na justiça pode ganhar. Nesse caso todos os que tiverem sido aposentados pela Igreja há menos de cinco ganharão, pois o efeito será retroativo. Eu fui um dos que pastoreou até cinco Igrejas ao mesmo tempo por falta de obreiros e graças a Deus estou em forma e muito bem de saúde segundo a avaliação de meus médicos. Desafio a qualquer um a testar isso na Igreja onde sou pastor há onze anos e nas demais por onde passei nos últimos, inclusive servi como superintendente Distrital por vinte e três anos e estou em plenas condições de servir ainda a minha Igreja nesse setor também além da Igreja Local. Mas peço que me entendam. Não estou advogando in-causa própria. Falo pelos demais colegas e pela minha amada Igreja

“Perdoem-me se fui ousado, inconveniente e/ou falei algo indevido e que cause certo "desconforto", mas fi-lo por entender necessário”.
Rev. Jesué Francisco da Silva (Presbítero da Igreja Metodista) Adaptado do artigo do Dr. Dino Fernandes, Advogado e pastor metodista na terceira Região.
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.”(I Pe 5.2-3)


O Ministério Pastoral é uma realidade bíblica e espiritual, aquele encarregado de apascentar o rebanho de Cristo. Portanto, o pastor não é um profissional do púlpito ou empregado da igreja, mas, ao contrário, alguém imbuído de uma nobre vocação divina para exercer um ministério de natureza sacerdotal, espiritual e religiosa.
Portanto, não existe a profissão de pastor no ordenamento jurídico pátrio, caso existisse seria uma total aberração, pois o Estado jamais pode interferir nas questões internas da igreja, que dizem respeito a fé, e a função do pastor, está incluso nos conhecidos atos de fé. Vejamos o entendimento majoritário dos Tribunais:

VÍNCULO EMPREGATÍCIO - PASTOR - Estando evidenciado nos autos a inexistência de qualquer relação empregatícia e que a Igreja sobrevive dos dízimos e donativos arrecadados, não há que se falar em vínculo empregatício, mormente quando o próprio recorrente afirma que trabalhava como pastor em razão de convicções ideológicas e na utilização de um dom concedido por Deus. (TRT 10ª Reg. - RO 4.625/93 - Ac. 1ª T 227/94 - Rel. Juiz Franklin de Oliveira - DJU 23.03.1994). Coletânea de Jurisprudência Trabalhista. Cristiano Paixão Araújo Pinto e Marco Antônio Paixão. Porto Alegre: Síntese, 1996, p. 452.
IMPOSSÍVEL O RECONHECIMENTO DE PACTO LABORAL ENTRE O PASTOR E SUA IGREJA - O trabalho do chamado ministro da confissão religiosa tem peculiaridades próprias e está baseado fundamentalmente na fé decorrente da vocação para as coisas de Deus. Hipótese de carência de ação." (TRT 13ª Reg. RO 1710/92 - 10.02.1993 - Rel. Juiz Francisco de Assis Carvalho e Silva - Rev. LTr 57-8/972).
RELAÇÃO DE EMPREGO - PASTOR EVANGÉLICO - NÃO CARACTERIZAÇÃO - O liame de trabalho existente entre o pastor e a Igreja à qual serve é de natureza espiritual e regido pelos postulados da fé e não contratual, no sentido de que se possa reverter em obrigações e vantagens econômicas para o autor, sobretudo aquelas do trabalho subordinado. Vínculo empregatício que não se reconhece, por falta dos requisitos essenciais (art. 3º da CLT)." (TRT 18ª Reg. - RO 415/96 - Ac. 186/98 - 21.01.1998 - Rel. Juiz Luiz Francisco Guedes de Amorim - Rev. LTr 62-09/1249).


Logo, do ponto de vista do Direito Trabalhista não há que se falar em reconhecimento de vínculo empregatício do pastor para com a igreja que esteja vinculado. Assim, seria um erro grosseiro, mas infelizmente acontece, anotar na Carteira de Trabalho do Ministro Religiosa a profissão de Pastor.
Infelizmente muitos pastores, quando rompem com determina igreja, ministérios e denominações, procuram no ímpeto do momento buscar seus pretensos direitos laborais perante à Justiça do Trabalho, onde em geral, não conseguem êxito em suas lides, uma vez que o Estado não reconhece o oficio pastoral como sendo de natureza profissional, logo, não faz jus aos direitos trabalhistas derivados do vínculo empregatício.
O que acontece em alguns casos específicos é o que o Judiciário reconhece outros direitos advindos de atividades que o pastor prestava a Igreja paralelamente ao ministério pastoral, ou seja, há casos que o pastor não se limite apenas as atividades espirituais e devocionais inerentes ao ministério pastoral, por exemplo, orar, pregar, fazer visitas, aconselhar, ensinar na Escola Dominical, realizar batismos, casamentos, atos fúnebres ungir os enfermos etc, todas estas atividades são inerentes ao ministério pastoral e jamais o pastor obterá êxito perante a justiça por exercê-las pois tratam-se de atividades espirituais estranhas a jurisdição trabalhista; todavia, como disse acima, quando o pastor exerce atividades extras e paralelas, como por exemplo, além de pastor é zelador da igreja, guarda, faxineiro, construtor, contador , músico etc. ai sim, em todas estas hipóteses e inúmeras outras há o reconhecimento, muitas vezes, de vínculo empregatício especifico. Senão vejamos:




“PASTOR – CONTRATAÇÃO TAMBÉM COMO MÚSICO – VÍNCULO DE EMPREGO – POSSIBILIDADE. A atividade de gravação de CD’s em estúdios da igreja não se insere no espectro das funções eclesiásticas, razão pela qual, uma vez caracterizados os requisitos do art. 3º da CLT, não há obstáculo ao reconhecimento de vínculo de emprego entre o pastor e sua igreja no trabalho como músico.” (ACO 08298 – 2004 – TRT 9º Região – Relatora Juíza Sueli Gil El-Rafihi – Publicado no DJPR em 14/05/2005)

“VÍNCULO EMPREGATÍCIO – CARACTERIZAÇÃO – PASTOR EVANGÉLICO. Em princípio, a função de pastor evangélico é incompatível com a relação de emprego, pois visa a atividades de natureza espiritual e não profissional. Porem, quando desvirtuada passa a submeter-se à tipificação legal. Provado o trabalho do reclamante de forma pessoa, continua, subordinada e mediante retribuição pecuniária, tem-se por caracterizado o relacionamento empregatício nos moldes do art. 3º da CLT.” (RO – 27889/2002-002-11-00 – TRT 11ª Região – Relator Juiz Eduardo Barbosa Penna Ribeiro – Publicado no DJAM em 10/12/2003).
Há casos também que a igreja causa danos a imagem da pessoa do pastor etc. fazendo jus a devida indenização, por exemplo, determinado pastor é desligado das funções sob acusação de ter praticado algum crime, todavia, usando do seu direito de ampla defesa e do devido processo legal fica provado perante o judiciário, que o mesmo é inocente etc. neste caso fazendo jus a uma indenização por danos materiais e morais, é isto que acontece em muitas casos concretos conforme tenho observado na minha experiência no meio evangélico.
Portanto, quando se diz que determinado pastor ganhou uma causa da sua ex igreja, não quer dizer que o mesmo tenha percebido algo pelas atividades pastorais, mas sim, em função de outras atividades ou fatos estranhos ao ministério pastoral.
Esclarecemos ainda que o simples fato do pastor não ser reconhecido como profissão do ponto de vista da legislação trabalhista, não significa que o mesmo não faça jus a sua remuneração decorrente do seu ofício. Na verdade a Bíblia encoraja a igreja a remunerar decentemente os seus ministros, tanto que o Apóstolo Paulo declara: “Que aquele que prega o evangelho, que também viva do Evangelho”; diz ainda: “o trabalhador faz jus ao fruto do seu trabalho” e, ainda, “não ate a boca do boi que debulha” etc.
Ademais, a igreja deve ser zelosa com os seus líderes concedendo uma justa remuneração, tecnicamente denominada renda eclesiástica ou prebenda.
Do ponto de vista previdenciário, o ministro religioso tem direito a aposentadoria, como não poderia deixar de ser, contribuindo na modalidade ministro de confissão religiosa, como contribuinte individual, tendo a sua prebenda ou remuneração eclesiástica como base de cálculo para recolhimento da sua contribuição previdenciária.
Assinalamos, que é importantíssimo para o ministro evangélico estar devidamente filiado ao regime previdenciário, pois além de garantir a sua aposentadoria legal, ainda garantirá a outros benefícios ofertados pela Previdência Social tais como Auxílio Doença, Licença remunerada para Tratamento de Saúde, Auxílio Paternidade etc. que só poderão ser garantidos caso esteja efetivamente vinculado a Previdência Social.
6.1 - Enquadramento perante o INSS
A Lei Orgânica da Seguridade Social – Lei 8.212 de 1991 estabelece em seu Artigo 12, Inciso V, alínea “c”, alterado pela Lei 10.403 de 08.01.2002, como “contribuinte individual” o Ministro de Confissão Religiosa e o membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa.
A Lei n°10.170, de 29 de dezembro de 2.000, veio a acrescentar o § 13° ao Artigo 1° da Lei 8.212, de 24.07.1991, na seguinte forma:
“Não se considera como remuneração direta ou indireta, para os efeitos desta Lei, os valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional com Ministro de Confissão Religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa em face do seu mister religioso ou para sua subsistência desde que fornecidos em condições que independam da natureza e da quantidade do trabalho executado.”
Do ponto de vista tributário é importante assinar que o Ministro Evangélico deve apresentar anualmente a sua declaração de renda a Receita Federal, uma vez que a anistia é dada à Igreja e não a pessoa física do Pastor, caso não perceba renda que alcance a margem exigida pela Receita Federal para declaração de renda, mesmo assim deve apresentar declaração anual de isento.
TRABALHO DOS MINISTROS DE CONFISSÃO RELIGIOSA E A RELAÇÃO DE EMPREGO NO DIREITO BRASILEIRO

I- O Trabalho e o Voluntarismo
Por influência italiana, o legislador pátrio editou a Lei n° 9.608/98, dispondo sobre atividade voluntária, como sendo, na forma do seu artigo 2°, a “atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social” e decreta, através do parágrafo único do mesmo dispositivo, que “o serviço voluntário não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciário ou afim”.
Voluntário que seja, não há como ser inserido na categoria de trabalho subordinado típico, na forma do artigo 3° da CLT, exigindo-se os clássicos requisitos da prestação de serviço por pessoa física, pessoalidade, subordinação, onerosidade e não eventualidade. Tratando-se de lei específica excluindo taxativamente os trabalho voluntário do diploma celetista, a lei especial deve ser plenamente aplicada.

Na lápide sempre brilhante da iminente Alice Monteiro de Barros, “embora a Lei n. 9.608, de 1998, tenha ‘estremecido os alicerces’ do art. 2, §1°, da CLT, que estendia o vínculo empregatício aos que prestassem serviços em entidade de beneficência, entendemos, entretanto, que, à semelhança da lei italiana, o legislador brasileiro não exauriu todas as hipóteses de trabalho gratuito e voluntário que possam ocorrer, entre os quais o serviço de cunho religioso...”.1

II- Atividade Religiosa e sua Natureza Jurídica
Com a abdicação dos bens terrenos a partir do ingresso nas atividades tipicamente espirituais inerentes aos objetivos da Igreja, aqueles que aderem a essa finalidade passam a desenvolver profissão evangélica na comunidade religiosa a que pertencem.

Rechaçando posicionamento da doutrina francesa de que se trata de um “estado eclesiástico”, baseando-se na afirmação de que “o engajamento do religioso em torno da diocese e o seu estilo de vida não possuem relação com a profissão, mas correspondem à doação de si próprio com um sentido desinteressado, comunitário, e a submissão à autoridade hierárquica do grupo lhe imprime características, as quais se aproximam mais de um estado do que de uma função, pois a fé se integra à sua personalidade”2, trata-se, em verdade, de profissional liberal, ou seja, autônomo, visto que “utiliza sua energia pessoal sob sua própria direção”.3

Dessa mesma forma deliberou o legislador pátrio ao tratar os ministros de confissão religiosa e membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa como contribuintes individuais à Previdência Social, conforme artigo 9°, V, “c”, do Decreto 3.048/99 (Regulamento da Previdência Social), visto que são equiparados aos trabalhadores autônomos
(Lei n° 6.696/79).4

Na forma como vêm entendendo a doutrina e jurisprudência quase que unânimes, o trabalho de cunho religioso não pode caracterizar um contrato de emprego, pois sua finalidade seria tão-somente a de prestar assistência espiritual e divulgação da fé, impossíveis de apreciação econômica.

Dessa maneira, temos algumas jurisprudências:

PASTOR EVANGÉLICO. RELAÇÃO DE EMPREGO. Inexiste vínculo de emprego entre o ministro de culto protestante – pastor – e a igreja, pois o mesmo como órgão se confunde com a própria igreja. (RO 14322-01 – TRT 1a Região – 4a Turma – Relator Juiz Raymundo Soares de Matos – Publicado no DORJ 08/10/02)
RELAÇÃO DE EMPREGO - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS RELIGIOSOS - INEXISTÊNCIA - Não gera vínculo empregatício entre as partes a prestação de serviços na qualidade de pastor, sem qualquer interesse econômico. Nesta hipótese, a entrega de valores mensais não constitui salário, mas mera ajuda de custo para a subsistência do religioso e de sua família, de modo a possibilitar maior dedicação ao seu ofício de difusão e fortalecimento da fé que professa. Recurso ordinário a que se nega provimento. (RO - 17973/98 – TRT 3a Região – 2a Turma – Relator Juiz Eduardo Augusto Lobato – Publicado no DJMG em 02/07/1999)
VÍNCULO DE EMPREGO. ATIVIDADE RELIGIOSA. O exercício de atividade religiosa diretamente vinculada aos fins da Igreja não dá ensejo ao reconhecimento de vínculo de emprego, nos termos do artigo 3º da CLT. Recurso do reclamante a que se nega provimento. (RO 01139-2004-101-04-00-5 – TRT 4a Região – Relator Juiz João Alfredo B. A. De Miranda – Publicado no DORGS em 02/06/2006)
PASTOR. TRABALHO VOLUNTÁRIO. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS DEFINIDORES DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO. O alegado desvirtuamento da finalidade da igreja e o enriquecimento de seus "líderes" com recursos advindos dos fiéis, embora constitua argumento relevante do ponto de vista da crítica social, não afasta a possibilidade de haver, no âmbito da congregação, a prestação de trabalho voluntário, motivado pela fé, voltado à caridade e desvinculado de pretensões financeiras. Assim, estando satisfatoriamente provada a ausência dos requisitos definidores do vínculo empregatício, deve ser afastada a tese da existência de relação de emprego com a entidade religiosa. (RO 7024/2005 – TRT 12a Região – Relatora Juíza Gisele P. Alexandrino – Publicado no DJSC em 20-06-2005)

Esse tem sido o posicionamento quase que unânime de nossos tribunais trabalhistas, não reconhecendo vínculo empregatício entre o ministro de confissão religiosa e a Igreja à qual pertença.

Referências Bibliográficas
BARROS, Alice Monteiro de. Curso de Direito do Trabalho. 2a ed. São Paulo: LTr, 2006.
CARBONNIER, J. Théorie des obligations. Paris: PUF, 1969. n. 86.
CASSAR, Vólia Bomfim. Curso de Direito do Trabalho. Niterói: Impetus.
DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de Direito do Trabalho. 4a ed. São Paulo: LTr, 2004.
FREITAS, Cláudio Victor de Castro. A clássica distinção entre relações de trabalho e relações de emprego: a necessidade de revisitação do critério da subordinação jurídica. Jus Vigilantibus, Vitória, 5 mar. 2007. Disponível em: http://jusvi.com/doutrinas_e_pecas/ver/23518.
PINTO, José Augusto Rodrigues. Curso de Direito do Trabalho. 5a ed. São Paulo: LTr, 2005.
Notas de rodapé convertidas
1 BARROS, Alice Monteiro de. Curso de Direito do Trabalho. 2a ed. São Paulo: LTr, 2006, p. 434.
2 BARROS, Alice Monteiro de. Op. cit., p. 439.
3 PINTO, José Augusto Rodrigues. Curso de Direito do Trabalho. 5a ed. São Paulo: LTr, 2005, p. 108.
4 CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. 32a ed. São Paulo: Saraiva, 2007, p. 30.
5 BARROS, Alice Monteiro de. Op. cit., p. 444.
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Legislação Federal:
LEI N. 6.696 de 08/10/1979 - Previdência de Ministros de Confissão Religiosa
Portaria N. 1.984 de 11/01/1980 do MPAS - Regulamenta a Lei n. 6.696

Documentos de Ingresso ao Membro de Instituto de Vida Consagrada:
Termo de Responsabilidade do Ministro Evangélico e do Membro de Instituto de Vida Consagrada com a Igreja
Declaração de Não-Vínculo Empregatício

Jurisprudências:
TRT - Tribunal Regional do Trabalho - 9a Região
TST - Tribunal Superior do Trabalho

Doutrinas:
Consultor Jurídico - Site de Consultas Jurídicas

Formulários:
Requerimento para Averbação de Tempo de Atividade Religiosa


Publicado pelo Rev. Jesué Francisco da Silva (Pastor da Igreja Metodista)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

QUEM É O JESUS CRISTO PREGADO HOJE? (MATEUS CAPÍTULO 24 VERSO 5 E CAPÍTULO 7 VERSOS 15 A 22)


BOLETIM DO DIA 15 DE JUNHO DE 2014 EM LINS – PALAVRA PASTORAL.

QUEM É O JESUS CRISTO PREGADO HOJE? (MATEUS CAPÍTULO 24 VERSO 5 E CAPÍTULO 7 VERSOS 15 A 22)

Meus irmãos e minhas irmãs eu gostaria de chamar a atenção de todos e todas vocês mais uma vez para esse fato que se constitui em um problema grave no meio da Igreja de Jesus dificultando o seu trabalho atualmente.  Geralmente, quando chamamos a atenção para as Igrejas e os movoimentos que se levantam como sendo Igrejas as pessoas citam os “milgres” e os feitos espetaculares desses grupos cujas reuniões são até chamadas de shows. Com frequência dizem: Mas o programa de Tv dele é muito bonito! A pregação dele tem muitas coisas certas. Queridos beleza não é o caso. E a pregação não pode ter muitas coisas certas. Ela toda precisa ser certa. Existem muitos prgadores sérios e que jamais tiveram e nunca vão ter um programa na TV. Enquanto isso esses “pregadores” têm até redes de TV. Enquanto muitos pregadores sérios não conseguem viajar de ônibus e se precisam tomar um avião é coisa muito difícil, os tais têm até aviões particulares. E o pior de tudo: Fazem isso com o dinheiro que arrecadam do povo incauto. Quanto ao nome de Jesus que usam, vejam os textos bíblicos acima. No verdadeiro sentido do termo eles usam o nome de Jesus em benefício próprio. O fim deles será trágico! Veja o texto de Mateus capítulo 7 versos 15 a 22 e perceba o que está acontecendo. Claro que não são todos iguais e nós não podemos generalizar as coisas. Mas antes de entrarmos nesse barco é bom estudarmos bem do que realmente se trata e o que realmente se prega e qual é o verdadeiro alvo dessas pregações que aparentemente visam o Reino de Deus, mas estão visando o Reino de alguns homens aqui na Terra.  A quem estão pregando? Jesus? Será que é Jesus mesmo? Jesus faria isso. Um dia desses vi um pequeno filme no youtube com o título: Pastor afirma que Jesus era rico. O pregaodr dizia: Quando o Zé dirigia a carpintaria Jesus era pobre. Mas quando o Zé faleceu e Jesus tomou conta do negócio ele fazia tudo em um estalo de dedos (milagrosamente) e se enriqueceu rapidamente e comprou uma linda mansão em Cafarnaum. Que absurdo! Eu sinceramente não encontrei ainda a Bíblia que esse rapaz leu. Deve ser em um evangelho apócrifo. Pois os canonizados não têm essa história. É uma mentira deslavada. Com isso os tais pregadores levam as pessoas a pensarem que elas também vão se enriquecer e que se pertencerem àquel grupo ficarão bem de vida financeira e os milagres acontecerão em suas vidas. Meus irmãos e minhas irmãs enriquecimentos, milagres podem acontecer com os servos de Deus sim. Mas as coisas do Reino terão de serem buscadas em primeiro lugar. Um preador de verdade tem que olhar para o Reino de Deus. Suas pregações têm que levar as pessoas a aceitarem a Jesus como seu Senhor e Salvador Independentemente de ficar rico ou morrer pobre. Quando alguém pensa assim Deus o honra. Salomão não pediu riquzas, mas sabedoria para governar o povo de Deus. Deus deu a ele sabedoria e muitas riquezas. Não seria assim ainda hoje? Eu creio que sim. E quanto aos milgres? É a mesma coisa. Podemos orar pedindo a cura sem o menor problema. Mas jamais poderemos exigir isso de Deus como se ele fosse um serviçal nosso. Temos de ser humildes diante do Senhor. Lembro-me agora da oração daquele leproso: Senhor, se queiseres podes purificar-me! Jesus lhe disse: Quero. Fica limpo e ele ficou curado no mesmo instante. Mas hoje em dia estão instando ao povo que usem a fé. Fé não se usa. Fé é um sentimento que você deve buscar em Deus e ter em seu coração. Ou você tem ou você não tem fé.

Eu volto a perguntar: Quem é o Jesus que stão pregando? O Filho do Deus Altísssimo, o carpineiro pobre que nem tinha um grande guarda-roupa ou um Jesus segundo aquilo que eles gostariam que ele fosse? O quê e a quem estão pregando? E em quê e em quem as pessoas estão crendo? Tem gente boa deixando suas Igrejas de orígem para seguirem a esses ensinos. Mas o texto acima diz que eles iriam enganar a muitos. Cuidado meu irmão. Cuidado minha irmã.  Não entre em uma roubada que você terá de prestar contas no grande dia do Senhor. Sejamos relamente servos e servas do Homem de Nazaré. O Cristo de Deus. Você sabe o significado da palavra Cristo? Pois bem. Significa sofredor.

Eu tenho certeza de que a partir disso o Senhor nos fará ricos materialmente porque já terá feito de nós ricos espiritualmente e sentimentalmente. Ricos de alma. Amém.

Rev. Jesué Francisco da Silva.

BOLETIM DO DIA 15 DE JUNHO DE 2014 EM LINS – PALAVRA PASTORAL.

QUEM É O JESUS CRISTO PREGADO HOJE? (MATEUS CAPÍTULO 24 VERSO 5 E CAPÍTULO 7 VERSOS 15 A 22)

Meus irmãos e minhas irmãs eu gostaria de chamar a atenção de todos e todas vocês mais uma vez para esse fato que se constitui em um problema grave no meio da Igreja de Jesus dificultando o seu trabalho atualmente.  Geralmente, quando chamamos a atenção para as Igrejas e os movoimentos que se levantam como sendo Igrejas as pessoas citam os “milgres” e os feitos espetaculares desses grupos cujas reuniões são até chamadas de shows. Com frequência dizem: Mas o programa de Tv dele é muito bonito! A pregação dele tem muitas coisas certas. Queridos beleza não é o caso. E a pregação não pode ter muitas coisas certas. Ela toda precisa ser certa. Existem muitos prgadores sérios e que jamais tiveram e nunca vão ter um programa na TV. Enquanto isso esses “pregadores” têm até redes de TV. Enquanto muitos pregadores sérios não conseguem viajar de ônibus e se precisam tomar um avião é coisa muito difícil, os tais têm até aviões particulares. E o pior de tudo: Fazem isso com o dinheiro que arrecadam do povo incauto. Quanto ao nome de Jesus que usam, vejam os textos bíblicos acima. No verdadeiro sentido do termo eles usam o nome de Jesus em benefício próprio. O fim deles será trágico! Veja o texto de Mateus capítulo 7 versos 15 a 22 e perceba o que está acontecendo. Claro que não são todos iguais e nós não podemos generalizar as coisas. Mas antes de entrarmos nesse barco é bom estudarmos bem do que realmente se trata e o que realmente se prega e qual é o verdadeiro alvo dessas pregações que aparentemente visam o Reino de Deus, mas estão visando o Reino de alguns homens aqui na Terra.  A quem estão pregando? Jesus? Será que é Jesus mesmo? Jesus faria isso. Um dia desses vi um pequeno filme no youtube com o título: Pastor afirma que Jesus era rico. O pregaodr dizia: Quando o Zé dirigia a carpintaria Jesus era pobre. Mas quando o Zé faleceu e Jesus tomou conta do negócio ele fazia tudo em um estalo de dedos (milagrosamente) e se enriqueceu rapidamente e comprou uma linda mansão em Cafarnaum. Que absurdo! Eu sinceramente não encontrei ainda a Bíblia que esse rapaz leu. Deve ser em um evangelho apócrifo. Pois os canonizados não têm essa história. É uma mentira deslavada. Com isso os tais pregadores levam as pessoas a pensarem que elas também vão se enriquecer e que se pertencerem àquel grupo ficarão bem de vida financeira e os milagres acontecerão em suas vidas. Meus irmãos e minhas irmãs enriquecimentos, milagres podem acontecer com os servos de Deus sim. Mas as coisas do Reino terão de serem buscadas em primeiro lugar. Um preador de verdade tem que olhar para o Reino de Deus. Suas pregações têm que levar as pessoas a aceitarem a Jesus como seu Senhor e Salvador Independentemente de ficar rico ou morrer pobre. Quando alguém pensa assim Deus o honra. Salomão não pediu riquzas, mas sabedoria para governar o povo de Deus. Deus deu a ele sabedoria e muitas riquezas. Não seria assim ainda hoje? Eu creio que sim. E quanto aos milgres? É a mesma coisa. Podemos orar pedindo a cura sem o menor problema. Mas jamais poderemos exigir isso de Deus como se ele fosse um serviçal nosso. Temos de ser humildes diante do Senhor. Lembro-me agora da oração daquele leproso: Senhor, se queiseres podes purificar-me! Jesus lhe disse: Quero. Fica limpo e ele ficou curado no mesmo instante. Mas hoje em dia estão instando ao povo que usem a fé. Fé não se usa. Fé é um sentimento que você deve buscar em Deus e ter em seu coração. Ou você tem ou você não tem fé.

Eu volto a perguntar: Quem é o Jesus que stão pregando? O Filho do Deus Altísssimo, o carpineiro pobre que nem tinha um grande guarda-roupa ou um Jesus segundo aquilo que eles gostariam que ele fosse? O quê e a quem estão pregando? E em quê e em quem as pessoas estão crendo? Tem gente boa deixando suas Igrejas de orígem para seguirem a esses ensinos. Mas o texto acima diz que eles iriam enganar a muitos. Cuidado meu irmão. Cuidado minha irmã.  Não entre em uma roubada que você terá de prestar contas no grande dia do Senhor. Sejamos relamente servos e servas do Homem de Nazaré. O Cristo de Deus. Você sabe o significado da palavra Cristo? Pois bem. Significa sofredor.

Eu tenho certeza de que a partir disso o Senhor nos fará ricos materialmente porque já terá feito de nós ricos espiritualmente e sentimentalmente. Ricos de alma. Amém.

Rev. Jesué Francisco da Silva.

Meus irmãos e minhas irmãs eu gostaria de chamar a atenção de todos e todas vocês mais uma vez para esse fato que se constitui em um problema grave no meio da Igreja de Jesus dificultando o seu trabalho atualmente.  Geralmente, quando chamamos a atenção para as Igrejas e os movimentos que se levantam como sendo Igrejas as pessoas citam os “milagres” e os feitos espetaculares desses grupos cujas reuniões são até chamadas de shows. Com frequência dizem: Mas o programa de TV dele é muito bonito! A pregação dele tem muitas coisas certas. Queridos beleza não é o caso. E a pregação não pode ter muitas coisas certas. Ela toda precisa ser certa. Existem muitos pregadores sérios e que jamais tiveram e nunca vão ter um programa na TV. Enquanto isso esses “pregadores” têm até redes de TV. Enquanto muitos pregadores sérios não conseguem viajar de ônibus e se precisam tomar um avião é coisa muito difícil, os tais têm até aviões particulares. E o pior de tudo: Fazem isso com o dinheiro que arrecadam do povo incauto. Quanto ao nome de Jesus que usam, vejam os textos bíblicos acima. No verdadeiro sentido do termo eles usam o nome de Jesus em benefício próprio. O fim deles será trágico! Veja o texto de Mateus capítulo 7 versos 15 a 22 e perceba o que está acontecendo. Claro que não são todos iguais e nós não podemos generalizar as coisas. Mas antes de entrarmos nesse barco é bom estudarmos bem do que realmente se trata e o que realmente se prega e qual é o verdadeiro alvo dessas pregações que aparentemente visam o Reino de Deus, mas estão visando o Reino de alguns homens aqui na Terra.  A quem estão pregando? Jesus? Será que é Jesus mesmo? Jesus faria isso. Um dia desses vi um pequeno filme no youtube com o título: Pastor afirma que Jesus era rico. O pregador dizia: Quando o Zé dirigia a carpintaria Jesus era pobre. Mas quando o Zé faleceu e Jesus tomou conta do negócio ele fazia tudo em um estalo de dedos (milagrosamente) e se enriqueceu rapidamente e comprou uma linda mansão em Cafarnaum. Que absurdo! Eu sinceramente não encontrei ainda a Bíblia que esse rapaz leu. Deve ser em um evangelho apócrifo. Pois os canonizados não têm essa história. É uma mentira deslavada. Com isso os tais pregadores levam as pessoas a pensarem que elas também vão se enriquecer e que se pertencerem àquele grupo ficarão bem de vida financeira e os milagres acontecerão em suas vidas. Meus irmãos e minhas irmãs enriquecimentos, milagres podem acontecer com os servos de Deus sim. Mas as coisas do Reino terão de serem buscadas em primeiro lugar. Um pregador de verdade tem que olhar para o Reino de Deus. Suas pregações têm que levar as pessoas a aceitarem a Jesus como seu Senhor e Salvador Independentemente de ficar rico ou morrer pobre. Quando alguém pensa assim Deus o honra. Salomão não pediu riquezas, mas sabedoria para governar o povo de Deus. Deus deu a ele sabedoria e muitas riquezas. Não seria assim ainda hoje? Eu creio que sim. E quanto aos milagres? É a mesma coisa. Podemos orar pedindo a cura sem o menor problema. Mas jamais poderemos exigir isso de Deus como se ele fosse um serviçal nosso. Temos de ser humildes diante do Senhor. Lembro-me agora da oração daquele leproso: Senhor, se quiseres podes purificar-me! Jesus lhe disse: Quero. Fica limpo e ele ficou curado no mesmo instante. Mas hoje em dia estão instando ao povo que usem a fé. Fé não se usa. Fé é um sentimento que você deve buscar em Deus e ter em seu coração. Ou você tem ou você não tem fé.

Eu volto a perguntar: Quem é o Jesus que estão pregando? O Filho do Deus Altíssimo, o carpinteiro pobre que nem tinha um grande guarda-roupa ou um Jesus segundo aquilo que eles gostariam que ele fosse? O quê e a quem estão pregando? E em quê e em quem as pessoas estão crendo? Tem gente boa deixando suas Igrejas de origem para seguirem a esses ensinos. Mas o texto acima diz que eles iriam enganar a muitos. Cuidado meu irmão. Cuidado minha irmã.  Não entre em uma roubada que você terá de prestar contas no grande dia do Senhor. Sejamos realmente servos e servas do Homem de Nazaré. O Cristo de Deus. Você sabe o significado da palavra Cristo? Pois bem. Significa sofredor.

Eu tenho certeza de que a partir disso o Senhor nos fará ricos materialmente porque já terá feito de nós ricos espiritualmente e sentimentalmente. Ricos de alma. Amém.

Rev. Jesué Francisco da Silva.

WHO IS JESUS CHRIST PREACHED TODAY? (MT. 24: 5; 7:15 -22)

My brothers and my sisters I would call everyone's attention and all of you once again for this fact that constitutes a serious problem in the middle of the Church of Jesus making his work currently. Generally, when we call attention to Churches and movements that arise as Churches people cite the "miracles" and the spectacular feats of these groups whose meetings are even calls of shows. Often they say: But the Tv show is very nice! His preaching has many right things. Dear beauty is not the case. And the preaching may not have many right things. It all needs to be right. There are many serious and preachers who never had and never will have a TV show. Meanwhile these "preachers" have until TV networks. While many serious preachers can't travel by bus and if they need to take an airplane is very difficult thing, those have to private planes. And worst of all: do it with money of the unwary people. As for the name of Jesus that use, look at the biblical texts above. In the true sense of the word they use the name of Jesus for their own benefit. The end is tragic! See the text of Matthew 7, :15 -22 and realize what is happening. Of course we are not all equal and we can't generalize things. But before we get on this boat is good we study what is really about and what really preaches and what the real target of these sermons that apparently aimed at the Kingdom of God, but are targeting the Kingdom of some men here on Earth. Who are preaching? Jesus? Is it Jesus himself? Jesus would do that. The other day I saw a little film on youtube with the title: Pastor claims that Jesus was rich. The preacher said: When Joe was Carpenter Jesus was poor. But when Joe died and Jesus took care of the business he did everything in a snap of fingers (miraculously) and if enriched quickly and bought a beautiful house in Capernaum. What nonsense! I honestly haven't found yet the Bible that this guy read. Must be in an apocryphal gospel. Because the canonized don't have that history. It is an great  lie. With that the such preachers lead people to think that they will also enrich and that if they belong to that group will be well off financially and miracles are going to happen in their lives. My brother and my sisters enrichment, miracles can happen with the servants of God. But the things of the Kingdom must be fetched in the first place. A preacher of truth have to look for the Kingdom of God. His sermons have to get people to accept Jesus as their Lord and Savior Regardless of get rich or die poor. When somebody thinks so God honor. Solomon asked not riches, but wisdom to govern the people of God. God gave him wisdom and many riches. it is would don't  this still today? I think yes. What about the miracles? It's the same thing. We can pray for the cure without the slightest problem. But we can never demand it of God as if he were a servant. We must be humble before the Lord. I remember the prayer that leper: Lord, if you want purify me! Jesus told him: I want. Stays clean and he was cured instantly. But nowadays are urging the people to use the faith. Faith doesn't use. Faith is a feeling that you must seek in God and in his heart. Either you have or you have not faith. I ask again: who is Jesus who are preaching? The Son of the highest God, the poor Carpenter that neither had a big wardrobe or a Jesus second they want would who be? What and who are preaching? And in that and in whom people are believing? Has good people leaving their home Churches to follow to those teachings. But the text above says that they would deceive many. Care my brother. Care my sisters, care my brothers. Don't get into a stolen you will have to answer in the great day of the Lord. We are really servants and followers of the man from Nazareth. The Christ of God. You know the meaning of the word Christ? Well. Means sufferer.
I'm sure that from this the Lord make us rich materially because it will have already made us rich spiritually and sentimentally. Rich soul. Amen.
Rev. Jesué Francisco da Silva.

¿QUIÉN ES PREDICADA HOY JESUCRISTO? (MATEO CAPÍTULO 24 VERSÍCULO 5 Y CAPÍTULO 7 VERSÍCULOS 15 A 22)

 
Mis hermanos y mis hermanas quisiera llamar la atención de todos y todos ustedes una vez más por este hecho que constituye un grave problema en el medio de la iglesia de Jesús haciendo su trabajo actualmente. Generalmente, cuando nos llama la atención a las iglesias y los movimientos que se presentan como las iglesias personas citan el "Milagros" y las espectaculares hazañas de estos grupos cuyas reuniones son llamadas incluso de espectáculos. A menudo dicen: pero el programa es muy bonito! Su prédica tiene muchas cosas correctas. Estimado belleza no es el caso. Y la predicación no tenga muchas cosas correctas. Todo debe ser correcto. Hay muchos graves y predicadores has tenido y nunca tienen un programa de televisión. Mientras tanto, estos "predicadores" tienen a las redes de televisión. Mientras que muchos predicadores serios no pueden viajar en autobús y si necesitan tomar un avión es algo muy difícil, los tienen para aviones privados. Y lo peor de todo: hacerlo con el dinero que recojas de personas desprevenidas. En cuanto al nombre de Jesús que utilizan, mira los textos bíblicos anteriores. En el verdadero sentido de la palabra usan el nombre de Jesús para su propio beneficio. El final es trágico! Véase el texto de Mateo capítulo 7 versículos 15 a 22 y observe lo que está pasando. Por supuesto no todos somos iguales y no podemos generalizar las cosas. Pero antes de que lleguemos este barco es bueno que estudiáramos lo que es realmente y realmente lo que predica y cuál es el verdadero objetivo de estos sermones que aparentemente tuvo como objetivo el Reino de Dios, Pero están atacando el Reino de algunos hombres aquí en la tierra. ¿Que están predicando? ¿Jesús? ¿Es Jesús mismo. Jesús lo haría. El otro día vi una pequeña película en youtube con el título: Pastor afirma que Jesús era rico. El predicador dijo: cuando José corrió el carpintero Jesús era pobre. Pero cuando murió y Jesús se hizo cargo del negocio que hizo todo en un chasquido de dedos (milagrosamente) y si enriquecido rápidamente y compró una hermosa casa en Cafarnaúm. ¿Qué tontería! Honestamente no he encontrado todavía la Biblia que lea este tipo. Debe estar en un evangelio apócrifo. Porque los canonizados no tienen esa historia. Es una mentira descarada. Con eso los tales predicadores llevan gente a pensar que también enriquecerá y que si pertenecen a ese grupo será desahogada económicamente y milagros van a ocurrir en sus vidas. Mis hermanos y mi hermanas mineral, los milagros pueden suceder con los siervos de Dios. Pero las cosas del Reino deben captarse en primer lugar. Un predicador real tiene que buscar el Reino de Dios. Sus sermones tienen a la gente a aceptar a Jesús como su señor y Salvador independientemente de enriquecerse o morir pobre. Cuando alguien cree que el honor a Dios. Salomón pidió no riquezas, sino sabiduría para gobernar al pueblo de Dios. Dios le dio sabiduría y muchas riquezas. ¿Aún hoy no sería tan? Creo que sí. ¿Qué tal el milagros? Es la misma cosa. Podemos orar por la curación sin el menor problema. Pero nunca podemos exigir de Dios como si fuera un siervo. Debemos ser humildes ante el señor. Recuerdo la oración del leproso: Señor, si quieres me puede purificar! Jesús le dijo: quiero. Permanece limpio y se curó al instante. Pero hoy en día se están animando a la gente a usar la fe. Fe no vuela. La fe es un sentimiento que usted debe buscar en Dios y en su corazón. ¿Tiene o no tiene fe.
Le pregunto de nuevo: ¿Quién es Jesús, que están predicando? ¿El hijo de Dios Altísimo, el carpintero pobre que no tiene un gran armario ni un Jesús según lo que les gustaría que fuera? ¿Qué y quién están predicando? Y qué y quién está creyendo que la gente? Tiene buena gente dejando sus iglesias casa a seguir esas enseñanzas. Pero el texto anterior dice que engañan a muchos. Ver a mi hermano. Ver a mi hermana. No te metas en un robo que tendrá que responder en el gran día del señor. Realmente somos siervos y Siervas del hombre de Nazaret. El Cristo de Dios. ¿Sabes el significado de la palabra Christ? Bueno. Víctima de los medios.
Estoy seguro que de esto el señor hacernos ricos materialmente porque habrá ya nos hizo ricos espiritualmente y sentimentalmente. Alma de ricos. Amen.
Reverendo Jesué Francisco da Silva.


Mis hermanos y mis hermanas quisiera llamar la atención de todos y todos ustedes una vez más por este hecho que constituye un grave problema en el medio de la iglesia de Jesús haciendo su trabajo actualmente. Generalmente, cuando nos llama la atención a las iglesias y los movimientos que se presentan como las iglesias personas citan el "Milagros" y las espectaculares hazañas de estos grupos cuyas reuniones son llamadas incluso de espectáculos. A menudo dicen: pero el programa es muy bonito! Su prédica tiene muchas cosas correctas. Estimado belleza no es el caso. Y la predicación no tenga muchas cosas correctas. Todo debe ser correcto. Hay muchos graves y predicadores has tenido y nunca tienen un programa de televisión. Mientras tanto, estos "predicadores" tienen a las redes de televisión. Mientras que muchos predicadores serios no pueden viajar en autobús y si necesitan tomar un avión es algo muy difícil, los tienen para aviones privados. Y lo peor de todo: hacerlo con el dinero que recojas de personas desprevenidas. En cuanto al nombre de Jesús que utilizan, mira los textos bíblicos anteriores. En el verdadero sentido de la palabra usan el nombre de Jesús para su propio beneficio. El final es trágico! Véase el texto de Mateo capítulo 7 versículos 15 a 22 y observe lo que está pasando. Por supuesto no todos somos iguales y no podemos generalizar las cosas. Pero antes de que lleguemos este barco es bueno que estudiáramos lo que es realmente y realmente lo que predica y cuál es el verdadero objetivo de estos sermones que aparentemente tuvo como objetivo el Reino de Dios, Pero están atacando el Reino de algunos hombres aquí en la tierra. ¿Que están predicando? ¿Jesús? ¿Es Jesús mismo. Jesús lo haría. El otro día vi una pequeña película en youtube con el título: Pastor afirma que Jesús era rico. El predicador dijo: cuando José corrió el carpintero Jesús era pobre. Pero cuando murió y Jesús se hizo cargo del negocio que hizo todo en un chasquido de dedos (milagrosamente) y si enriquecido rápidamente y compró una hermosa casa en Cafarnaúm. ¿Qué tontería! Honestamente no he encontrado todavía la Biblia que lea este tipo. Debe estar en un evangelio apócrifo. Porque los canonizados no tienen esa historia. Es una mentira descarada. Con eso los tales predicadores llevan gente a pensar que también enriquecerá y que si pertenecen a ese grupo será desahogada económicamente y milagros van a ocurrir en sus vidas. Mis hermanos y mi hermanas mineral, los milagros pueden suceder con los siervos de Dios. Pero las cosas del Reino deben captarse en primer lugar. Un predicador real tiene que buscar el Reino de Dios. Sus sermones tienen a la gente a aceptar a Jesús como su señor y Salvador independientemente de enriquecerse o morir pobre. Cuando alguien cree que el honor a Dios. Salomón pidió no riquezas, sino sabiduría para gobernar al pueblo de Dios. Dios le dio sabiduría y muchas riquezas. ¿Aún hoy no sería tan? Creo que sí. ¿Qué tal el milagros? Es la misma cosa. Podemos orar por la curación sin el menor problema. Pero nunca podemos exigir de Dios como si fuera un siervo. Debemos ser humildes ante el señor. Recuerdo la oración del leproso: Señor, si quieres me puede purificar! Jesús le dijo: quiero. Permanece limpio y se curó al instante. Pero hoy en día se están animando a la gente a usar la fe. Fe no vuela. La fe es un sentimiento que usted debe buscar en Dios y en su corazón. ¿Tiene o no tiene fe.
Le pregunto de nuevo: ¿Quién es Jesús, que están predicando? ¿El hijo de Dios Altísimo, el carpintero pobre que no tiene un gran armario ni un Jesús según lo que les gustaría que fuera? ¿Qué y quién están predicando? Y qué y quién está creyendo que la gente? Tiene buena gente dejando sus iglesias casa a seguir esas enseñanzas. Pero el texto anterior dice que engañan a muchos. Ver a mi hermano. Ver a mi hermana. No te metas en un robo que tendrá que responder en el gran día del señor. Realmente somos siervos y Siervas del hombre de Nazaret. El Cristo de Dios. ¿Sabes el significado de la palabra Christ? Bueno. Víctima de los médios.
Estoy seguro que de esto el señor hacernos ricos materialmente porque habrá ya nos hizo ricos espiritualmente y sentimentalmente. Alma de ricos. Amen.
Reverendo Jesué Francisco da Silva.